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TSE autoriza forças federais em sete municípios de Alagoas nas eleições

Reforço foi solicitado para garantir a votação e a apuração em áreas consideradas de risco
Luiz Roberto/TSE
Sede do TSE, responsável pelas eleições
Sede do TSE, responsável pelas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou, na noite desta terça-feira, 29, o envio de forças federais para reforçar a segurança das Eleições 2026 em sete municípios de Alagoas. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Plenário da Corte.

Serão atendidos Feira Grande, Igreja Nova, Junqueiro, Lagoa da Canoa, Piaçabuçu, Rio Largo e Teotônio Vilela. O reforço poderá envolver militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, dentro das ações destinadas a garantir a votação e a apuração.

O pedido partiu do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL). Ao encaminhar a solicitação ao TSE, o tribunal alagoano afirmou existir “risco concreto à normalidade do pleito” nas sete localidades, justificando a presença das forças federais para preservar a segurança da votação e da apuração dos resultados.

A autorização, por si só, não significa intervenção no processo eleitoral dos municípios. O emprego das Forças Armadas ocorre como reforço de segurança e apoio à Justiça Eleitoral, dentro da chamada Garantia da Votação e da Apuração.

Após a aprovação pelo TSE, os pedidos são encaminhados ao Ministério da Defesa, responsável pelo planejamento e pela execução das operações com as Forças Armadas. A atuação deve ocorrer em área previamente definida e pelo período considerado necessário para assegurar a ordem e a segurança.

Com a inclusão de Alagoas, o TSE informou que 136 municípios de 12 estados já tinham autorização para receber forças federais nas Eleições 2026. Antes da decisão envolvendo os municípios alagoanos, pedidos semelhantes já haviam sido aprovados para localidades do Acre, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O primeiro turno das Eleições 2026 está marcado para domingo, 4 de outubro. 


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