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Derrota pode manter pré-candidatos no radar da disputa por Maceió em 2028
Histórico mostra que campanhas competitivas podem fortalecer nomes para futuro
A disputa pelo Senado poderá influenciar diretamente o cenário eleitoral de Maceió dois anos depois. Na avaliação do jornalista Voney Malta, uma candidatura competitiva, ainda que derrotada, pode ampliar a projeção pública e consolidar lideranças para futuras eleições.
Os pré-candidatos ao Senado Alfredo Gaspar (PL) e Davi Davino (Republicanos) aparecem como nomes que, caso não sejam eleitos, poderão voltar ao centro das articulações para a Prefeitura de Maceió em 2028, seja em lados opostos ou compondo uma mesma aliança.
O histórico recente da política alagoana reforça essa possibilidade. Em 2020, Davi Davino disputou a Prefeitura de Maceió e, embora não tenha avançado ao segundo turno, obteve votação expressiva. Alfredo Gaspar, então candidato pelo MDB, chegou ao segundo turno, mas foi derrotado por JHC.
Dois anos depois, ambos ampliaram seu espaço político. Alfredo Gaspar foi eleito deputado federal com a maior votação da capital. Já Davi Davino foi o candidato ao Senado mais votado em Maceió, superando Renan Filho no eleitorado da capital, embora o candidato do MDB tenha sido eleito no resultado estadual.
Outro nome citado nas articulações é o do atual prefeito de Maceió, Rodrigo Cunha, que deixou o mandato de senador para disputar as eleições municipais de 2024 como candidato a vice-prefeito na chapa de JHC.
Nos bastidores da política alagoana, também há especulações sobre diferentes cenários para 2028. Entre eles, a possibilidade de JHC voltar a disputar a Prefeitura de Maceió, dependendo do desfecho da eleição para o Governo de Alagoas em 2026. Até o momento, entretanto, não há manifestação pública do prefeito indicando intenção de concorrer ao cargo novamente.



