O Porto de Maceió também foi utilizado pela Refit – antiga Refinaria de Manguinhos – como parte do esquema bilionário de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. A organização criminosa importava gasolina e diesel da Rússia e os declarava falsamente como “nafta petroquímica” ou óleo bruto de petróleo para pagar menos tributo.
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