DURANTE PANDEMIA
Cerca de 60% dos domicílios alagoanos receberam algum auxílio, diz IBGE
.jpg)
Cerca de 60% dos domicílios alagoanos receberam algum auxílio relacionado à pandemia segundo dados apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE divulgados nesta quinta-feira, 23.
Esse é o terceiro maior indicador do Brasil, menor apenas do que os verificados no Maranhão e no Amapá. O valor médio recebido em Alagoa foi de R$ 983.
O levantamento faz parte das Estatísticas Experimentais do instituto e é realizado em parceria com o Ministério da Saúde, para acompanhar os impactos socioeconômicos da pandemia no país.
Além do auxílio emergencial – destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados – a pesquisa também considera outras formas, como a complementação do Governo pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda, que permite a redução de salário e jornada por até três meses e a suspensão de contratos por até dois.
A pesquisa mostra também que no mês passado a taxa de desocupação em Alagoas foi de 15,3%, um aumento se comparado a maio que foi de 12,7%. Ainda segundo o levantamento, 9% dos empregados alagoanos ainda estão trabalhando de forma remota.
No Brasil, cerca de 29,4 milhões de domicílios receberam algum auxílio correspondendo a 43% do total de domicílios (68,3 milhões) no país. Já taxa de desocupação foi de 12,4% em junho, um aumento de 1,7 ponto percentual em relação a maio (10,7%).
A taxa cresceu em todas as grandes regiões de maio para junho, passando de 11,2% para 13,2% no Nordeste, de 10,9% para 12,9% no Sudeste, de 11,4% para 12,4% no Centro-Oeste, de 11,0% para 12,3% no Norte e de 8,9% para 10,0% no Sul.
Publicidade