Economia 2025

Alagoas exporta US$ 580 milhões com açúcar e minério de cobre no topo

Resultado superou 2024 e foi melhor que o registrado em Sergipe e Paraíba
Por Redação 02/02/2026 - 14:26
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Ascom Sudene
Painel de importações do Data Nordeste permite identificar principais parceiros comerciais e valor de importações por município
Painel de importações do Data Nordeste permite identificar principais parceiros comerciais e valor de importações por município

O Nordeste alcançou em 2025 o maior volume de exportações dos últimos três anos. A região vendeu ao mercado internacional US$ 24,8 bilhões em produtos, equivalente a 7% de tudo o que o Brasil exportou no período. Entre os estados, Alagoas exportou US$ 580 milhões, resultado superior ao registrado em Sergipe (US$ 510 milhões) e na Paraíba (US$ 140 milhões).

O resultado da Região representa um avanço em relação a 2024, indicando redução da dependência do mercado externo, com queda nas importações. Além do crescimento das exportações, as importações nordestinas recuaram cerca de 5%, passando de US$ 28,7 bilhões em 2024 para US$ 27,2 bilhões em 2025.

Os dados fazem parte dos novos painéis de comércio internacional do Data Nordeste, plataforma pública de informações econômicas desenvolvida pela Sudene, que reúne e organiza estatísticas estratégicas sobre a região.

Os produtos do reino vegetal lideraram as vendas externas do Nordeste, com US$ 6,9 bilhões. Em seguida aparecem os minerais, com US$ 4,6 bilhões, e os produtos das indústrias alimentares, que somaram US$ 2,1 bilhões. 

A China foi o principal destino das exportações nordestinas, (US$ 6,22 bilhões), seguida por Estados Unidos (US$ 2,89 bilhões) e Canadá (US$ 2,72 bilhões). Na América do Sul, a Argentina foi o principal parceiro comercial (US$ 1,62 bilhão). Na Europa, os Países Baixos concentraram o maior volume de compras (US$ 1,19 bilhão).

No mesmo período, o estado da Bahia liderou as exportações, com US$ 11,52 bilhões, seguido do Maranhão (US$ 5,49 bilhões) e Pernambuco, com US$ 2,36 bi. Ceará (US$ 2,30), Rio Grande do Norte (US$ 1,14 bi) e Piauí (US$ 850 milhões).



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