TRAGÉDIA

Nove das 16 vítimas que morreram em acidente de ônibus são identificadas

Todos os corpos foram necropsiados pelo Instituto de Identificação de Alagoas
Assessoria
Governador decretou luto oficial de três dias em razão da tragédia
Governador decretou luto oficial de três dias em razão da tragédia

O Instituto de Identificação de Alagoas informou na noite desta terça-feira, 3, que identificou nove das 16 vítimas do acidente com ônibus ocorrido durante a madrugada em São José da Tapera, Sertão do estado.

Todos os corpos já foram necropsiados, mas apenas nove vítimas já foram identificadas oficialmente pela equipe de papiloscopista. 

Veja quem são:

  • Maria Manuella de Souza Oliveira, 5 anos, estudante, residente no Povoado Alagoainjas em Coite do Nóia;
  • Claudiana Maria da Sila Bastos, 45 anos, do lar, residente no Sítio Vassouras em Coité do Nóia;
  • Cleusa Simão Lima, 63 anos, aposentada, residente no Povoado Mucamba em Coité do Nóia;
  • Cícero Barbosa de Lima, de 71 anos, aposentado, residente no centro de Coité do Nóia;
  • Edivania da Silva Lima, de 39 anos, agricultora, residente no Sítio Pereira Velho em Coité de Nóia;
  • Josefa Madalena de Alcantara, 67 anos; aposentada residente em Igaci;
  • Maria do Socorro Santos, aposentada, 73 anos, residente no Sítio Pereira Velho em Coité de Nóia;
  • Maria Gorete Rodriues Izidoro da Silva, 38 anos, residente no Sítio Vassouras Coité do Nóia; e
  • Vandete Maria da Silva, 60 anos, agricultura residente no Sítio Vassouras em Coité do Nóia

O ônibus saiu da pista após uma curva, em um trecho da AL-220, e acabou capotando. Com o impacto, diversas vítimas foram arremessadas para fora do veículo e duas ficaram embaixo do ônibus.

Pelo menos 60 pessoas estavam no veículo, que retornava da cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, após participação em romaria religiosa.

O ônibus envolvido no acidente compunha uma caravana de 17 veículos contratados pela prefeitura para a Romaria Senhora das Candeias, em Juazeiros do Norte, no Ceará, e não possuía habilitação na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), além de não ter também outras documentações. Em nota, a ANTT afirmou que monitora o caso.


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