INVESTIGAÇÃO

Justiça quebra sigilo de ex-companheira e suspeitos de matar Joba

Inquérito foi prorrogado e investigação ganhou novas informações
Por Redação 24/02/2026 - 20:30
A- A+
Francisco Cedrim/CRB/ cortesia
Johanisson Lima, o Joba, de 33 anos, foi assassinado a tiros no bairro de Santa Lúcia
Johanisson Lima, o Joba, de 33 anos, foi assassinado a tiros no bairro de Santa Lúcia

A Justiça de Alagoas autorizou a quebra de sigilo telefônico da ex-companheira de Johanisson Carlos Lima Costa, de 33 anos, coordenador das categorias de base do CRB, assassinado a tiros em Maceió. Também foi solicitada a quebra de sigilo telemático e bancário dos suspeitos do crime — dois estão presos e três foram mortos. O pedido já foi deferido pela Justiça de Alagoas.

A informação foi divulgada pelo portal TNH1 nesta terça-feira, 24. Segundo a publicação, a quebra de sigilo telemático inclui dados armazenados eletronicamente, como e-mails, mensagens de aplicativos (WhatsApp, Telegram), informações em nuvem e histórico de navegação.

Além das medidas, a Polícia Civil de Alagoas prorrogou por mais 30 dias o inquérito que investiga o assassinato do coordenador.


Johanisson Carlos Lima Costa foi assassinado a tiros na manhã de sexta-feira, 23 de janeiro, no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Ele seguia para um ponto de ônibus, onde embarcaria em uma van com destino ao CT Ninho do Galo, quando foi atingido com um tiro na cabeça.

De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Joba mantinha um relacionamento com uma mulher que, após o término, passou a se relacionar com o mandante do crime, identificado como Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque. Após o fim desse novo relacionamento, a mulher teria retomado contato com a vítima, o que teria provocado ciúmes.

Leia mais sobre


Encontrou algum erro? Entre em contato