caso Cláudia Pollyanne
Amigos de esteticista pedem júri popular para responsáveis por clínica
Comissão cobra responsabilização por supostos crimes como homicídio, maus-tratos e cárcere privado
A Comissão de Amigos de Cláudia Pollyanne divulgou nota pública, neste sábado, 28, solicitando que os responsáveis por uma clínica onde ela esteve internada sejam submetidos a júri popular, diante da gravidade das acusações relacionadas à sua morte.
No documento, o grupo afirma esperar que os proprietários da unidade, Maurício Anchieta e Jéssica Vilela, respondam à Justiça pelos crimes que estariam sendo apurados, entre eles homicídio, maus-tratos, tortura, exercício ilegal da medicina e cárcere privado, além de outros possíveis delitos que possam surgir no decorrer das investigações.
Formada por amigos e pessoas próximas à esteticista, a comissão sustenta que o caso não pode cair no esquecimento e requer uma resposta firme das autoridades. Os integrantes informam que pretendem acompanhar o andamento das investigações e cobrar a devida responsabilização dos envolvidos.
“Esperamos que os donos da clínica sejam levados a júri popular para que a sociedade possa julgar um caso tão grave. Cláudia Pollyanne merece justiça”, afirma trecho da manifestação.
O grupo também ressalta que busca garantir transparência no processo e evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. Segundo a comissão, a mobilização seguirá até que todos os fatos sejam esclarecidos pelas autoridades competentes.
Até o momento, a defesa dos citados não se manifestou publicamente sobre as acusações. O caso permanece sob investigação e, caso o Ministério Público apresente denúncia que venha a ser aceita pela Justiça, os acusados poderão responder formalmente pelos crimes apontados ao longo do processo judicial.



