interior

MPAL apura atraso de Tanque d'Arca no custeio de abrigo regional

Município terá dez dias úteis para prestar informações sobre pendência financeira
Reprodução
Ministério Público de Alagoas
Ministério Público de Alagoas

O Ministério Público de Alagoas (MPAL) abriu um procedimento para acompanhar e cobrar do Município de Tanque d’Arca a regularização de uma pendência financeira relacionada ao custeio do Serviço Regionalizado de Acolhimento Institucional, conhecido como Abrigo Regional Caminho Legal.

A medida foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do MPAL desta quarta-feira, 2, e é assinada pela promotora de Justiça Viviane Karla da Silva Farias, da Promotoria de Justiça de Anadia.

Segundo a portaria, o procedimento tem como objetivo verificar se o município está cumprindo as obrigações assumidas em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em agosto de 2018 e posteriormente atualizado por um termo aditivo celebrado em 2025.

O Ministério Público cita especificamente a existência de uma “mora financeira” relacionada ao custeio do serviço de acolhimento. Na prática, o MP quer apurar a situação dos valores que deveriam ser destinados pelo município à manutenção do abrigo e exigir a regularização da pendência.

Tanque d’Arca será notificado com urgência e terá prazo de dez dias úteis para apresentar informações sobre o problema.

O Gabinete do Prefeito e a Procuradoria-Geral do Município de Teotônio Vilela também serão comunicados sobre a abertura do procedimento e as medidas adotadas pelo Ministério Público.

O procedimento terá inicialmente prazo de um ano para ser concluído, podendo ser prorrogado caso haja necessidade.

O Abrigo Regional Caminho Legal integra a rede de acolhimento institucional destinada a crianças e adolescentes que precisam ser afastados temporariamente de suas famílias em situações de risco ou vulnerabilidade.

Leia mais sobre


Encontrou algum erro? Entre em contato