EFE - EPA - DPA
Atentado de 11 de setembro de 2001
Há 25 anos, em 11 de setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados nos Estados Unidos por 19 integrantes da Al-Qaeda. Duas aeronaves atingiram as Torres Gêmeas, no World Trade Center, em Nova York.
Outra atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, enquanto o quarto avião caiu em uma área rural da Pensilvânia após passageiros tentarem reagir aos sequestradores.
Quase 3 mil pessoas morreram nos atentados. Entre as vítimas estavam passageiros, trabalhadores, bombeiros, policiais e socorristas que foram aos locais atingidos. As imagens dos ataques e do desabamento das torres foram transmitidas para diferentes partes do mundo.
Os atentados levaram o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, a anunciar a chamada “Guerra ao Terror”. Poucas semanas depois, os Estados Unidos iniciaram uma ofensiva militar no Afeganistão contra o regime Talibã, que havia dado abrigo a Osama bin Laden, apontado como um dos principais responsáveis pelos ataques.
Em 2003, os Estados Unidos também invadiram o Iraque sob a alegação de que o governo de Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa. Os arsenais citados na justificativa da invasão não foram encontrados.
Após os ataques, os Estados Unidos ampliaram medidas de segurança e vigilância. Aeroportos passaram a adotar controles mais rígidos, e novas estruturas de segurança foram criadas. Algumas dessas medidas também passaram a fazer parte da rotina em outros países.
Osama bin Laden foi localizado no Paquistão quase dez anos após os atentados. Ele morreu em maio de 2011 durante uma operação realizada por forças especiais dos Estados Unidos.
As consequências também atingiram sobreviventes e profissionais que trabalharam nos escombros. Muitos passaram a enfrentar problemas de saúde relacionados à exposição à poeira e a substâncias tóxicas na região conhecida como Zona Zero.
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