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Falta de biometria não impede eleitor de votar nas eleições de outubro

Justiça Eleitoral orienta que identificação poderá ser feita com documento oficial com foto
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Urna eletrônica
Urna eletrônica

Eleitoras e eleitores que ainda não realizaram o cadastro biométrico na Justiça Eleitoral poderão votar normalmente nas eleições de outubro. A ausência da biometria não impede o exercício do voto, já que a identificação será feita pelos procedimentos previstos pela Justiça Eleitoral para confirmar a identidade do eleitor antes da liberação da urna eletrônica.

Nas seções eleitorais, quem possui biometria cadastrada deverá apresentar um documento oficial com foto e, em seguida, posicionar o dedo no leitor biométrico da urna. O procedimento funciona como uma etapa adicional de segurança para confirmar a identidade do eleitor e reduzir o risco de fraudes.

Para quem ainda não fez o cadastramento biométrico, a identificação será realizada pela mesa receptora de votos por meio da apresentação de um documento oficial com foto e da confirmação de dados pessoais, como o ano de nascimento e o CPF. Após a votação, o eleitor será orientado a procurar a Justiça Eleitoral para realizar a coleta da biometria e manter o cadastro atualizado.

O mesmo procedimento será adotado nos casos em que a urna não conseguir reconhecer a impressão digital do eleitor. Inicialmente, serão feitas novas tentativas de leitura da biometria. Se a falha persistir, os mesários realizarão outras verificações para confirmar a identidade. Uma vez validada a identificação, o voto será liberado normalmente.

A biometria é utilizada pela Justiça Eleitoral desde 2008 para reforçar a segurança e a confiabilidade da identificação do eleitorado. Apesar disso, a legislação assegura que nenhum cidadão apto a votar seja impedido de exercer esse direito por não possuir biometria cadastrada ou por enfrentar dificuldades na leitura da impressão digital.

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