Agência Brasil
Mulher pediu à Justiça bloqueio de acesso a plataformas de apostas após milhares de transferências
Após realizar 1.652 transferências via Pix para plataformas de apostas, uma microempresária de Maceió pediu à Justiça que bloqueasse seu acesso às bets. A mulher apresentou diagnóstico de Transtorno do Jogo e relatou prejuízos financeiros e impactos na vida pessoal.
A 5ª Vara Cível da Capital concedeu parcialmente o pedido e determinou que seis empresas bloqueiem os cadastros vinculados aos dados da autora. A ordem também impede novos acessos, apostas e o envio de mensagens comerciais, bônus e recompensas.
Segundo a decisão, a mulher já havia tentado utilizar um mecanismo de autoexclusão em 16 de julho de 2026, mas novas movimentações relacionadas às plataformas teriam ocorrido posteriormente. O juiz determinou que as empresas cumpram o bloqueio em até 48 horas após a intimação.
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Em caso de descumprimento, cada empresa poderá receber multa diária de R$ 1 mil, limitada inicialmente a R$ 50 mil. A decisão é provisória, e outros pedidos da autora, como devolução de valores e indenização por danos morais, ainda serão analisados.
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