TRE de olho no crime
Em conversa recente com um desembargador da Justiça Eleitoral ouvi um alerta que merece atenção redobrada. Segundo ele, três pontos estarão no centro das ações de fiscalização nas próximas eleições: o combate às fake news, o rigor na análise de cadastros e movimentações suspeitas, e a velha, porém ainda presente prática da compra de votos, agora sofisticada pelas chamadas “malas de dinheiro”.
O recado foi direto: ninguém deve imaginar que o pleito seguirá o mesmo roteiro de eleições anteriores. O cerco será mais fechado, a tecnologia mais presente e a vigilância mais rigorosa. Quem insistir nas velhas práticas pode encontrar, desta vez, não apenas a rejeição do eleitor, mas também o peso da lei.
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