VENCEDOR DO OSCAR

Walter Salles e advogado de Maceió disputam a marca “Ainda Estou Aqui”

A disputa tramita no Instituto Nacional da Propriedade Industrial
Divulgação
Cena de “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional
Cena de “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional

A produtora Videofilmes, de Walter e João Moreira Salles, e o advogado João Paulo Gaia Duarte, de Maceió, disputam a marca “Ainda Estou Aqui”, nome do filme brasileiro vencedor do Oscar. A disputa tramita no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Pedido inicial da Videofilmes

O pedido de registro da marca foi feito pela Videofilmes em 20 de agosto de 2024. Não houve oposição de terceiros durante o prazo legal de 60 dias. A empresa tenta garantir a exclusividade da marca vinculada ao longa de Walter Salles.

Contestação do advogado de Maceió

Em janeiro deste ano, João Paulo Gaia Duarte também formalizou pedido para registrar a mesma marca. O objetivo é usar o nome em serviços de agenciamento de artistas, marketing, propaganda e publicidade. A produtora apresentou contestação em 20 de fevereiro.

O caso ainda está na fila cronológica para exame do mérito e pode levar até 15 meses para ser julgado. O INPI será responsável por decidir quem terá direito ao uso exclusivo da marca no país.

Histórico do filme vencedor

O filme “Ainda Estou Aqui” é baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva. A obra conta a história de Eunice Paiva em busca do marido Rubens Paiva, desaparecido durante a ditadura. O longa venceu o Oscar e recebeu outros prêmios internacionais.


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