Do barato ao caro:
Pesquisa mostra quanto varia o preço do material escolar em Maceió
Procon/AL indica que comparar preços pode gerar economia às famílias
O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor de Alagoas (Procon/AL) divulgou, nesta quarta-feira, 7, pesquisa de preços de materiais escolares referente ao ano letivo de 2026. O levantamento foi realizado nos dias 5 e 6 de janeiro em papelarias localizadas no Centro de Maceió e em estabelecimentos situados em shoppings da capital, com o objetivo de orientar pais, responsáveis e estudantes no período que antecede o início das aulas.
A pesquisa analisou itens de uso comum, como cadernos, lápis, canetas, borrachas, mochilas, estojos, colas, tintas e calculadoras científicas. De acordo com o Procon/AL, a variação de preços entre os estabelecimentos é significativa, o que reforça a importância da pesquisa prévia antes da compra.
Segundo o diretor-presidente do Procon/AL, Daniel Sampaio, a falta de planejamento e de atenção às informações básicas pode resultar em gastos excessivos e reclamações futuras. Ele destaca que o órgão permanece à disposição da população para orientar os consumidores e garantir o cumprimento da legislação consumerista.
Além da pesquisa de preços, o Procon/AL reforça que as escolas só podem exigir materiais de uso individual do aluno, necessários às atividades pedagógicas. Itens de uso coletivo ou administrativo, como produtos de limpeza, papel higiênico, copos descartáveis e materiais de escritório, não podem ser incluídos na lista escolar, assim como a exigência de marcas específicas sem justificativa pedagógica.
Em caso de irregularidades, os consumidores podem procurar o Procon/AL pelo telefone 151, via WhatsApp (82) 98883-7586 ou por atendimento presencial, mediante agendamento. Confira a pesquisa de preços completa clicando aqui.




