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Operação prende seis integrantes de organização criminosa ligada ao CV

Força-tarefa da Segurança Pública e do Ministério Público cumpriu mandados em Maceió
Reprodução
Operação Rubra prende seis integrantes de organização criminosa ligada ao Comando Vermelho
Operação Rubra prende seis integrantes de organização criminosa ligada ao Comando Vermelho

Uma força-tarefa da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL) e do Ministério Público de Alagoas (MPAL) deflagrou, nesta quinta-feira, 29, a Operação Rubra, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa ligada ao Comando Vermelho (CV) e envolvida com o tráfico de drogas e crimes relacionados a armas de fogo.

Ao todo, seis pessoas foram presas. Outros dois investigados seguem foragidos, entre eles Nem Catenga, apontado pelas investigações como líder do Comando Vermelho em Alagoas e atualmente homiziado no Rio de Janeiro.

A operação foi realizada nos bairros da Levada, Clima Bom e Ponta Grossa, em Maceió, além de ter alcançado integrantes da organização criminosa que se encontravam no estado do Rio de Janeiro.

Foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital 26 mandados judiciais, sendo 13 de prisão e 13 de busca e apreensão.

As investigações foram conduzidas de forma integrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO/MPAL), pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACCO/PCAL) e pela Chefia-Geral de Inteligência Integrada (CHEGII/SSP).

O trabalho investigativo identificou a estrutura e a atuação do grupo, incluindo a participação de integrantes responsáveis pelo abastecimento e distribuição de entorpecentes em diferentes regiões da capital alagoana.

O nome da operação, Rubra, expressão de origem latina associada à cor vermelha, fez referência ao Comando Vermelho, organização criminosa à qual os investigados são vinculados. A ação teve como objetivo enfraquecer a estrutura da facção e reduzir sua capacidade de articulação e atuação em Alagoas.

A Operação Rubra também integrou as ações da Operação Protetor das Fronteiras, coordenada pela CGFRON/DIOPI/SENASP, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, reforçando a atuação integrada no enfrentamento ao tráfico de drogas, armas e organizações criminosas.

Mobilização

Cerca de 80 agentes de segurança participaram da operação. Pela Polícia Militar, foram mobilizadas equipes do Comando de Missões Especiais (CME), por meio do BOPE e do CPChoque, além do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), do Comando de Policiamento da Região Metropolitana (CPRM).

Pela Polícia Civil, participaram equipes da DRACCO, Capturas, Núcleo de Inteligência, DEIC/DECOR e CORE/TIGRE. A operação também contou com apoio do Departamento Estadual de Aviação (DEA).

A SSP e o MPAL reforçam que informações que possam contribuir para a localização dos investigados foragidos podem ser repassadas, de forma anônima e segura, pelo Disque-Denúncia 181.


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