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Bolsonaro não quis responder se tomou conhecimento desses gastos e que opinião tem sobre eles
O PSL usou o dinheiro público do Fundo Partidário para a confecção de 14 bonecões infláveis de Jair Bolsonaro e do presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PE).
Segundo a reportagem, os bonecos custaram R$ 33 mil aos cofres públicos e foram confeccionados em tamanhos variados. Os objetos foram usados em uma solenidade em São Paulo relacionada à campanha nacional de filiação que o partido promoveu em 17 de agosto do ano passado. Em todo país, o ‘dia nacional de filiação’, custou R$ 4 milhões.
O dinheiro do Fundo Partidário bancou também bufês, brindes, camisetas, aluguel de hotéis, de ônibus, segurança, assessoria, aparelhagem de som e vídeo e a colocação da imagem de Bolsonaro, Bivar e de políticos da legenda em outdoors espalhados por todo o Brasil.
Devido ao crescimento do partido de 2018 para 2019, a legenda recebeu no ano passado uma cota de cerca de R$ 9 milhões mensais do Fundo Partidário, contra menos de R$ 700 mil que recebia até o ano anterior.
O PSL respondeu apenas de forma geral, dizendo que o crescimento da sigla justifica o aumento dos gastos e que todos eles ocorreram de forma legal e com os serviços efetivamente prestados.
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