ECONOMIA
Bitcoin cai para US$ 84 mil em 2026; entenda se é hora de investir
Queda acende alerta no mercado e levanta debate sobre recuperação da criptomoeda
O bitcoin (BTC) registrou forte queda e passou de US$ 90 mil para US$ 84 mil entre quarta-feira, 28, e quinta-feira, 29, ampliando as incertezas entre investidores em 2026. Com o recuo, o mercado passou a discutir se o ativo já atingiu um patamar atrativo para compras ou se as perdas podem continuar.
A avaliação de especialistas aponta que fatores como aumento da liquidez internacional, possível mudança na condução da política monetária nos Estados Unidos e expectativa de estímulos econômicos podem favorecer uma recuperação ao longo do ano. Esse cenário tende a ampliar o volume de recursos disponíveis para investimentos em ativos alternativos.
Outro ponto destacado é a característica limitada da oferta do bitcoin, restrita a 21 milhões de unidades. Essa escassez é considerada um dos elementos que sustentam o interesse no ativo como forma de preservação de valor no longo prazo.
Além disso, a valorização recente de metais preciosos, como ouro e prata, tem direcionado parte da liquidez do mercado para esses ativos, reduzindo temporariamente o fluxo para as criptomoedas. A expectativa é que uma normalização desse movimento possa favorecer o retorno do interesse pelo bitcoin.
Especialistas também observam que o patamar próximo de US$ 85 mil concentra contratos no mercado de opções, o que pode estimular recompras por parte de investidores e favorecer uma reação nos preços.
Caso a recuperação não se consolide, análises indicam que a região de US$ 75 mil pode funcionar como próximo suporte relevante, já observado em movimentos anteriores de queda.
Às 16h49 desta quinta-feira, 29, o bitcoin registrava desvalorização de 5,6% nas últimas 24 horas, sendo negociado a US$ 84.026,23, segundo dados do CoinGecko. Em reais, a criptomoeda era cotada a R$ 436.222,92, conforme o Cointrader Monitor, com queda de 6,3%.



