EFE
Grupos prioritários irão tomar a vacina de Oxford
O Brasil possui negociações em torno de 350 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, de acordo com o plano de vacinação contra a covid-19 apresentado pelo governo federal. Portanto, o país deve comprar mais de um tipo de imunizante, mas a chance de cada brasileiro poder escolher qual vacina irá tomar é mínima, segundo o pediatra Juarez Cunha, presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).
Ele destaca que, como já é sabido, no começo não haverá doses suficientes para toda a população e as estratégias de vacinação vão ser elaboradas de acordo com os imunizantes que estiverem disponíveis no país.
"Mesmo esse quantitativo que o ministério está programando, não é suficiente para a população em geral. Teremos um número bem inferior ao necessário. Eu acho pouco provável que os locais tenham mais de uma opção, mas se tiverem, talvez [as pessoas] possam escolher", afirma.
No entanto, o plano de imunização apresentado nesta semana pelo Ministério da Saúde já prevê que os grupos prioritários recebam a vacina desenvolvida em parceria pela empresa AstraZeneca e a Universidade de Oxford, portanto, eles não poderão escolher.
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