Economia
Pindorama abre no país a moagem da safra 2026/2027 com previsão de alta
Expectativa é de crescimento entre 5% a 10% em relação à safra anterior
A Cooperativa Pindorama se prepara para o novo ciclo produtivo, a safra 2026/2027 para meados deste mês de agosto. Porém, já projeta um crescimento entre 5% e 10% na moagem de cana-de-açúcar.
Segundo o Boletim Informativo De Mãos Dadas com o Agro, a previsão é de avanço na produção de cana e de ampliação da fabricação de etanol de milho e sorgo, consolidando a posição da cooperativa como a única indústria sucroenergética flex das regiões Norte e Nordeste.
“A expectativa é que, no mínimo, a gente tenha uma repetição da safra passada. Mas, sendo otimista como eu sempre sou, acredito que possamos crescer entre 5% e 10%”, destacou o presidente da Cooperativa Pindorama, Klécio Santos.
No Brasil, a safra tem moagem nacional estimada em 709,13 milhões de toneladas (segunda maior da história), alta de 5,3% frente ao ciclo anterior, com abertura oficial prevista na região Nordeste e por Alagoas com a Pindorama.
Embora ainda seja cedo para projeções definitivas, o presidente acredita que os indicadores são favoráveis, principalmente em razão dos investimentos realizados no campo e das boas condições de desenvolvimento da lavoura.
De acordo com Klécio, cerca de 90% dos produtores associados realizaram os tratos culturais e a adubação das lavouras. Além disso, mais de 2.500 hectares de cana foram plantados no último ano, o que contribui para um cenário promissor. “O desempenho final dependerá das condições climáticas ao longo da safra”, pontuou.
O boletim também destaca a expansão da produção de etanol de grãos. Na safra anterior, a Pindorama produziu cerca de 25 milhões de litros de etanol de milho e sorgo. Para o novo ciclo, a expectativa é elevar esse volume para entre 40 e 50 milhões de litros, representando um crescimento de até 100%.
A abertura oficial da safra será celebrada a tradicional missa, que marcará o início da moagem. A expectativa da cooperativa é dar início a mais um ciclo de geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.



