Legislativo
Do PT, Élida Miranda assume vaga na ALE após licença de Silvio Camelo
Jornalista é a segunda suplente da chapa que disputou as eleições estaduais de 2022
Elida Miranda passou a integrar a Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) após a licença temporária do deputado Silvio Camelo (PV). Integrante da Federação Brasil da Esperança, ela era a segunda suplente da chapa que disputou as eleições estaduais de 2022.
A entrada no Parlamento marca a primeira experiência de Elida no exercício de um mandato estadual. Na eleição passada, ela concorreu a uma das vagas da ALE pela união de PT, PCdoB e PV, alcançando 4.712 votos e ficando na segunda suplência da federação.
“Chego à Assembleia Legislativa com muita responsabilidade, sabendo da importância deste momento. Não vejo esta posse apenas como uma conquista pessoal, mas como uma oportunidade de representar pessoas, coletivos e movimentos que acreditam em uma política feita com participação popular, compromisso social e respeito à diversidade”, afirmou.
Durante a permanência na Casa, a deputada pretende direcionar sua atuação para demandas apresentadas por diferentes segmentos da sociedade. O planejamento inclui interlocução com municípios e organizações sociais, além de pautas ligadas aos direitos humanos, à diversidade e à participação popular.
A ocupação temporária da cadeira também antecede uma nova tentativa de Elida de chegar à ALE pelo voto. Ela pretende concorrer a deputada estadual nas eleições de 2026 e utilizar a passagem pelo Parlamento para apresentar as propostas que pretende defender durante a campanha.
“Em 2022, chegamos à segunda suplência com 4.712 votos. Agora temos a oportunidade de mostrar, dentro da Assembleia, aquilo que defendemos e aquilo que podemos fazer pela população. Quero transformar essa experiência em um mandato completo, construído com diálogo, participação popular e compromisso com Alagoas”, declarou.
Antes de chegar ao Legislativo estadual, Elida participou de movimentos sociais, sindicais e culturais. Sua trajetória também reúne atuação em iniciativas relacionadas aos direitos humanos, área que deverá integrar as pautas apresentadas durante o período em que ocupar a cadeira.



