Decisão judicial
Em audiência realizada na última quarta-feira, 28, a Justiça de Alagoas decidiu manter em liberdade a médica Nádia Tamyres Silva Lima, acusada de matar o exmarido, o também médico Alan Carlos de Lima Cavalcante, no município de Arapiraca. A decisão confirma entendimento anterior do Judiciário, que já havia concedido habeas corpus por não identificar fundamentos concretos para a decretação ou manutenção da prisão preventiva.
Medidas cautelares
Apesar de responder ao processo fora do sistema prisional, a médica segue submetida a medidas cautelares estabelecidas pela Justiça. Entre as determinações estão a proibição de se ausentar da comarca sem autorização judicial, além do cumprimento de condições voltadas a assegurar o andamento regular da ação penal.
O Judiciário também levou em consideração aspectos pessoais apresentados pela defesa, como a responsabilidade da acusada pelos cuidados da filha do casal.
Investigação
O homicídio ocorreu em novembro de 2025, quando Alan Carlos foi morto a tiros dentro de um veículo, em frente a uma Unidade Básica de Saúde, no Sítio Capim, zona rural de Arapiraca. O crime aconteceu à luz do dia e foi registrado por imagens que circularam amplamente nas redes sociais. Segundo as investigações, Nádia Tamyres efetuou os disparos que resultaram na morte do ex-marido e o processo segue em tramitação na Justiça alagoana.
Caso Maria Daniela
A advogada Júlia Nunes afirmou, na última quarta-feira,28, ter recebido informações apontando o possível paradeiro de Vitor Hugo, conhecido como Vitinho, principal suspeito de estuprar e tentar matar a jovem Maria Daniela no município de Coité do Nóia. Foragido há mais de um ano, ele possui mandado de prisão em aberto e continua sendo procurado pelas forças de segurança.
Providências legais
Em declarações divulgadas nas redes sociais, a advogada informou que irá formalizar a denúncia junto às autoridades competentes e não descarta acionar a Polícia Federal para garantir o cumprimento da ordem judicial. Segundo ela, o mandado de prisão deve ser executado em qualquer local do país, independentemente de quem seja o responsável pela área onde o suspeito possa estar escondido.
Caso investigado
O crime ocorreu no ano passado e deixou a vítima com graves sequelas neurológicas, gerando ampla repercussão em Alagoas. As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil, que até o momento não confirmou oficialmente a localização do suspeito nem anunciou operação para o cumprimento do mandado, reforçando que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais.
Investimento em Arapiraca
Arapiraca deu mais um passo no fortalecimento da educação pública com a inauguração de uma nova escola no povoado Capim, na zona rural do município, na última segundafeira, 26. A entrega integra um amplo programa de investimentos em infraestrutura educacional, viabilizado por recursos articulados pelo deputado federal Daniel Barbosa em parceria com a Prefeitura.
Avanço estrutural
Com a ampliação da rede de ensino, o município já contabiliza 41 instituições educacionais construídas ou totalmente reformadas, resultado direto da aplicação de recursos federais destinados à educação. Além dessas, outras 20 unidades seguem em execução e devem ser entregues às comunidades nos próximos meses, beneficiando áreas urbanas e rurais com espaços mais modernos e acessíveis.
Solenidade de entrega
Durante a solenidade, o deputado Daniel Barbosa ressaltou a eficiência da gestão municipal na condução das obras e na aplicação dos recursos públicos. Segundo ele, os investimentos têm se transformado em resultados concretos, reforçando uma política educacional que busca ir além da sala de aula, promovendo inclusão social, oportunidades e desenvolvimento para quem mais precisa.
Supostas irregularidades
Esta semana, o Ministério Público Eleitoral de Santana do Ipanema protocolou na Justiça Eleitoral um pedido para a cassação dos mandatos do prefeito de Olivença, Josimar Dionísio, conhecido como Jó Dionísio, e do vice-prefeito Mauro Fernandes da Silva. O pedido tem como base uma investigação que estava em andamento sobre supostas irregularidades cometidas durante a campanha das eleições municipais de 2024.
Pedido de cassação
Segundo o MPE, em outubro de 2024 o então candidato teria condicionado a conclusão de uma obra de abastecimento de água ao apoio eleitoral de moradores da zona rural do município. A acusação é sustentada por gravações, fotografias e documentos reunidos no processo, que apontam o oferecimento de vantagem em troca de votos, levando o Ministério Público a pedir a cassação dos mandatos.
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