Revisionismo seletivo
É coisa de quem não tem o que fazer essa história inventada, em nome dos “direitos humanos”, de sair mudando nomes de pessoas homenageadas, algumas desde o século passado. Criam barulho, promovem constrangimento às famílias e não produzem qualquer efeito concreto além da provocação ideológica. Mudar o nome da Avenida Fernandes Lima é discurso demagógico.
A população continuará chamando pelo nome que aprendeu desde sempre. Foi assim com a antiga Avenida Amélia Rosa: mudaram na placa, mas não na memória popular. A cidade não se apaga por decreto.
Pode ficar
Dentro do Palácio do Planalto surgiu um complicador que pode causar grande mudança no quadro político alagoano, não bastasse a instabilidade já registrada. O entorno de Lula, inclusive o próprio presidente, vê a saída do ministro Renan Filho como um forte desfalque na gestão petista e na “vitrine de campanha”. Ativo, atuante e com coragem para o embate com o adversário. A pedra no meio do caminho seria assegurar a reeleição do pai, Renan Calheiros. O tabuleiro ainda está sendo jogado. O xeque mate é com o presidente Lula.
Procurando emprego
O ex-comunista Aldo Rebelo sempre navegou nas oportunidades, desde os tempos em que militava na esquerda festiva estudantil. Em sua confusa trajetória política se mandou para São Paulo, terra de ninguém, onde terminou arranjando um mandato de deputado federal. Em Brasília levou no papo os poderosos e se fez ministro por mais de uma vez, por falta de nomes ou oportunismo. Enganou um tempo e caiu no ostracismo. De repente vislumbra na direita burra a oportunidade de voltar a mamar nas tetas do poder. Sabe que não tem nenhuma chance, mas também sabe que pode tirar muitas vantagens e ganhar um emprego. É isso que ele quer.
Bolsonarista e racista
Considerado o pior governador do país, o bolsonarista Jorginho Mello tem marcado sua criticada administração por práticas consideradas fascistas, misóginas e racistas. Tem tido uma avaliação ridícula pela população catarinense, que mostra claramente que repetirá o erro em sua busca a reeleição. Sem obras para exibir em sua gestão caótica, se nega a comparecer à inauguração de grandes obras que o Governo Lula tem entregue ao estado de Santa Catarina.
Hugo Wanderley
A candidatura do ex-prefeito Hugo Wanderley para deputado estadual chega com força a Palmeira dos Índios. Os eleitores, com certeza, vão acolhe-lo como se palmeirense fosse. Seu pai, além de palmeirense honorário, por mérito, teve sua formação estudantil no velho Colégio Pio XII e Cacimbinhas, sua cidade, é “filha” de Palmeira, portanto, as duas são de origens Xucurus. Hugo também é da mesma tribo.
Chegou o pagamento
Um dia após a sessão que rejeitou as contas do ex-prefeito Rui Palmeira, o Blog do Kléverson Levy registrou a aprovação na Câmara de Vereadores de uma “emenda de remanejamento orçamentário”, lida e aprovada na mesma sessão, que agracia a bagatela de mais R$ 5 milhões, assinada por 25 parlamentares, para torrar o dinheiro do povo no exercício de 2026.
Segundo a nota “Nos bastidores da política, entretanto, o aumento do duodécimo da Casa de Mário de Guimarães teve um porquê político oriundo do Poder Executivo”. O resto da história todos conhecem.
Não abalam
Facções políticas de segunda categoria e setores de imprensa comprometidos com a pauta negativa e rede de mentiras insistem em tentar desqualificar a trajetória politica do vereador Rui Palmeira, esquentando notícias falsas e criando histórias. Alagoas conhece a origem e o comportamento do político e do homem. Bem acima dos que o combatem.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do EXTRA



