colunista

Roberto Baia

Formado em Jornalismo pela UFAL em 1987, também é radialista. Trabalhou nos extintos Jornal de Alagoas e Tribuna de Alagoas.

Conteúdo Opinativo

Eleições 2026


Uma caminhada realizada no último fim de semana movimentou as ruas de Feira Grande e reuniu moradores, famílias e lideranças em apoio às candidaturas de Alvinho Lira para deputado federal e Lucas Barbosa para deputado estadual. O ato foi organizado pelo grupo liderado pelo prefeito Dário Roberto, com concentração no Calçadão do Comércio. A mobilização começou por volta das 16h e levou apoiadores vestidos de azul e branco para acompanhar o percurso.

Apoio popular


Durante a caminhada, Dário Roberto, Alvinho Lira, Lucas Barbosa e Arthur Lira estiveram ao lado dos participantes pelas ruas da cidade. Os candidatos agradeceram a recepção dos moradores e destacaram a importância do contato direto com a população. O grupo avaliou a presença dos apoiadores como demonstração de força e articulação política no município.

São José da Tapera


O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) reverteu a decisão de primeira instância que havia determinado a cassação dos mandatos do prefeito de São José da Tapera, Jarbas Pereira Ricardo, e da vice-prefeita Jaria Pereira Ricardo. Com o novo entendimento, também foi afastada a inelegibilidade de oito anos e anulada a multa de R$ 106,4 mil aplicada ao prefeito.

Ação judicial


O caso foi julgado a partir de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral relacionada às eleições municipais de 2024. O processo envolvia denúncias de abuso de poder político e econômico, além de questionamentos sobre a distribuição de cestas básicas, auxílio-gás e material de construção, uso de servidores públicos, aumento da folha salarial e distribuição de combustível durante o período eleitoral.

Mandatos mantidos


Ao reexaminar as provas, os desembargadores entenderam que os programas sociais tinham respaldo em legislação municipal e já faziam parte do planejamento orçamentário antes do ano eleitoral. O Tribunal também considerou que houve redução dos gastos com essas ações em 2024 e concluiu que não ficou demonstrada gravidade suficiente para justificar a perda dos mandatos.

Foi condenado


O Tribunal do Júri de Arapiraca condenou na última terça-feira, 25, o empresário Regivaldo da Silva Santana a 87 anos, quatro meses e 14 dias de prisão pela morte de quatro jovens no município. Ele foi considerado culpado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, com pena estabelecida em regime fechado.

Regime aberto


Também foram julgados Wesley Santana Sá e Adriano Santos Lima, condenados a 1 ano, seis meses e 22 dias de reclusão, em regime aberto, por ocultação de cadáver. De acordo com as investigações, os dois ajudaram no transporte e na ocultação das vítimas após terem sido coagidos pelo principal acusado.

Corpos encontrados


As investigações apontaram que os homicídios ocorreram em uma propriedade localizada no Sítio Laranjal. Os corpos foram colocados em uma cacimba de cerca de oito metros de profundidade e encontrados cinco dias após o desaparecimento; a Justiça ainda determinou indenização de R$ 15 mil para cada família.

Caramujo-africano


As chuvas que atingem o Agreste alagoano estão favorecendo o aparecimento e a proliferação do caramujo-africano, principalmente em áreas úmidas e com acúmulo de materiais. Em Arapiraca e municípios da região, moradores devem ficar atentos a quintais, jardins, hortas e terrenos baldios, onde o molusco encontra condições favoráveis para se esconder e se reproduzir.

Risco à saúde


Além de causar impactos ambientais, o caramujo-africano preocupa as autoridades de saúde por poder hospedar parasitas associados à angiostrongilíase, doença que pode provocar sintomas neurológicos e abdominais. A orientação é evitar o contato direto com o animal e sua secreção. Pessoas que apresentarem sintomas como dor de cabeça intensa, febre, náuseas, vômitos ou dores abdominais após uma possível exposição devem procurar atendimento médico.

Cuidados básicos


Para reduzir a presença do molusco, a população deve manter quintais e terrenos limpos, retirando folhas acumuladas, restos de madeira, telhas, entulhos e outros objetos que possam servir de abrigo. A remoção deve ser feita com luvas e botas de borracha, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde para o descarte correto. Também é importante observar a presença de ovos no solo e eliminar possíveis focos de reprodução.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do EXTRA


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