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Serial killer e acusado de matar mulher em Arapiraca vão a júri hoje

Albino Santos enfrenta seu 11º julgamento; em Arapiraca, réu será julgado por morte de mulher
MPAl
Albino Santos de Lima, conhecido como o Serial Killer de Maceió
Albino Santos de Lima, conhecido como o Serial Killer de Maceió

Dois casos de homicídio serão julgados pelo Tribunal do Júri nesta quarta-feira, 4, em Maceió e Arapiraca. Na capital, Albino Santos de Lima, conhecido como “serial killer de Maceió”, enfrenta seu 11º julgamento. No Agreste, um homem de 31 anos será levado a júri pela morte de Cícera Laura da Silva, de 47 anos, ocorrida em janeiro deste ano.

Em Maceió, a sessão será realizada na 9ª Vara Criminal da Capital e terá como objeto o assassinato de José Cícero Bernardo da Silva, de 51 anos. O crime ocorreu em 8 de dezembro de 2019, por volta das 18h, no conjunto Jardim Petrópolis II, no bairro Chã da Jaqueira.

Segundo os autos, Albino confessou o homicídio durante a investigação policial, mas negou a autoria perante a Justiça. Testemunhas oculares, entretanto, apontaram sua participação no crime. Exames realizados pela Polícia Científica também identificaram que os projéteis encontrados na vítima foram disparados por um revólver calibre 38, arma que, conforme as investigações, teria sido utilizada no assassinato de Genilda Maria da Conceição.

Pela morte de Genilda, Albino já recebeu condenação superior a 22 anos de prisão. No julgamento desta quarta-feira, a acusação será conduzida pelo promotor de Justiça Antonio Vilas Boas, que sustentará a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima. Em Arapiraca, a 5ª Vara Criminal julgará o homem acusado de assassinar Cícera Laura da Silva, desaparecida em 4 de janeiro de 2026, após sair para uma caminhada por volta das 4h30, no Bosque das Arapiracas, na região central da cidade.

O corpo da vítima foi encontrado dois dias depois, em uma área de mata fechada, com sinais de violência e parcialmente despido. O suspeito, de 31 anos, foi localizado e preso enquanto trabalhava em uma serralharia. Durante a investigação, ele confessou o crime à polícia. A acusação será conduzida pela promotora de Justiça Viviane Farias, representante do Ministério Público de Alagoas (MPAL).

Os dois julgamentos serão realizados por conselhos de sentença, responsáveis por decidir sobre a responsabilidade criminal dos acusados.


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