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Thiago Prado afirma que caso PTK confirma alertas sobre avanço de facções

Secretário municipal diz que já havia levantado preocupações durante as eleições de 2024
Por Redação 05/06/2026 - 06:52
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Assessoria
Thiago Prado diz que prisão de PTK reforça alertas feitos durante eleições de 2024
Thiago Prado diz que prisão de PTK reforça alertas feitos durante eleições de 2024

A prisão do influenciador Patrick Almeida, conhecido como PTK, levou o secretário municipal de Segurança Cidadã de Maceió, o vereador licenciado Thiago Prado, a reafirmar alertas que vinha fazendo desde o período eleitoral de 2024 sobre a suposta tentativa de facções criminosas de ampliar influência no cenário político alagoano.

Em vídeo divulgado nas redes sociais após a deflagração da Operação Morro do Alemão, nesta quarta-feira, 3, Prado afirmou que os desdobramentos da investigação reforçam preocupações manifestadas por ele ainda durante a última disputa municipal.

Segundo o secretário, organizações criminosas estariam buscando ocupar espaços além das atividades ilícitas tradicionalmente associadas a elas, incluindo a tentativa de exercer influência sobre processos políticos e eleitorais.

“A prisão do influenciador reforça um alerta que venho fazendo desde 2024. Não é de hoje que falo sobre esse assunto, e agora a verdade veio à tona. As facções não atuam apenas na disputa por territórios, ampliam sua estrutura inclusive na política, e isso já chegou em Alagoas”, declarou.

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Thiago Prado também recordou que Patrick Almeida foi preso em 2011 por tráfico de drogas e mencionou que o nome do influenciador aparece frequentemente associado a Nem Catenga, apontado pelas forças de segurança como liderança do Comando Vermelho em Alagoas.

Ao comentar a operação policial, o secretário elogiou o trabalho das equipes de investigação e defendeu atenção redobrada da sociedade diante do avanço das organizações criminosas.

A prisão de PTK ocorreu durante a Operação Morro do Alemão, realizada simultaneamente em Alagoas e no Rio de Janeiro. De acordo com informações divulgadas pelas autoridades, a investigação apura a atuação do Comando Vermelho e inclui suspeitas de tentativa de interferência do grupo criminoso em processos eleitorais, com o objetivo de conquistar representação política em Maceió.

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