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Thiago Prado afirma que caso PTK confirma alertas sobre avanço de facções

Secretário municipal diz que já havia levantado preocupações durante as eleições de 2024
Assessoria
Thiago Prado diz que prisão de PTK reforça alertas feitos durante eleições de 2024
Thiago Prado diz que prisão de PTK reforça alertas feitos durante eleições de 2024

A prisão do influenciador Patrick Almeida, conhecido como PTK, levou o secretário municipal de Segurança Cidadã de Maceió, o vereador licenciado Thiago Prado, a reafirmar alertas que vinha fazendo desde o período eleitoral de 2024 sobre a suposta tentativa de facções criminosas de ampliar influência no cenário político alagoano.

Em vídeo divulgado nas redes sociais após a deflagração da Operação Morro do Alemão, nesta quarta-feira, 3, Prado afirmou que os desdobramentos da investigação reforçam preocupações manifestadas por ele ainda durante a última disputa municipal.

Segundo o secretário, organizações criminosas estariam buscando ocupar espaços além das atividades ilícitas tradicionalmente associadas a elas, incluindo a tentativa de exercer influência sobre processos políticos e eleitorais.

“A prisão do influenciador reforça um alerta que venho fazendo desde 2024. Não é de hoje que falo sobre esse assunto, e agora a verdade veio à tona. As facções não atuam apenas na disputa por territórios, ampliam sua estrutura inclusive na política, e isso já chegou em Alagoas”, declarou.

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Thiago Prado também recordou que Patrick Almeida foi preso em 2011 por tráfico de drogas e mencionou que o nome do influenciador aparece frequentemente associado a Nem Catenga, apontado pelas forças de segurança como liderança do Comando Vermelho em Alagoas.

Ao comentar a operação policial, o secretário elogiou o trabalho das equipes de investigação e defendeu atenção redobrada da sociedade diante do avanço das organizações criminosas.

A prisão de PTK ocorreu durante a Operação Morro do Alemão, realizada simultaneamente em Alagoas e no Rio de Janeiro. De acordo com informações divulgadas pelas autoridades, a investigação apura a atuação do Comando Vermelho e inclui suspeitas de tentativa de interferência do grupo criminoso em processos eleitorais, com o objetivo de conquistar representação política em Maceió.

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